O presidente do Fundo Previdenciário do Estado do Amazonas, Silvestre Castro Filho, esclareceu em entrevista a CBN Manaus, na manhã desta segunda-feira, que os R$ 34 milhões bloqueados por decisão da Justiça para pagar funcionários da Secretaria de Fazenda que tiveram os salários podados pelo ex-governador Eduardo Braga "não serão retirados dos cofres do Amazonprev, mas sim do estado".
De acordo com ele, uma falha na interpretação jurídica levou a Procuradoria do órgao a deixar de pagar as custas do processo.
Silvestre disse que na época o procurador achava que não seria necessário pagar as custas.
Silvestre revelou que agora com a decisão do governador Omar Aziz de mudar a natureza jurídica do Amazonprev para fundação, o órgão terá mais privilégios. “Tentamos mudar lá trás, mas o governador a época não quis”, declarou.

