Silma Braga tem HC negado pelo Tribunal de Justiça do Amazonas

A corretora Maria Lima Silma Braga, proprietária do Banco de Negócios Imobiliários, acusada de liderar uma quadrilha que vendia terrenos nos loteamentos Águas Claras, Parque das Garças e Água Rica, na Zona Norte de Manaus, continuará presa em uma das celas do Comando de Policiamento Especializado da PM. A desembargadora Encarnação das Graças Sampaio Salgado, da Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas, não conheceu o habeas corpus impetrado pela defesa da empresária.
Ao não conhecer o habeas corpus, Encarnação das Graças deixou claro na sua decisão que houve a supressão de instância.
No entendimento da desembargadora, a defesa primeiro teria de ingressar com o pedido a juíza Careen Aguiar Fernandes, da 7ª Vara Criminal, que decretou a prisão dos 20 acusados de integrarem a quadrilha, para depois caso fosse negado ai subiria.
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