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Servidores da Ufam anunciam suspensão de greve após adiamento da votação da Previdência

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Servidores da Ufam anunciam suspensão de greve após adiamento da votação da Previdência
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Manaus/AM - Ao completar 36 dias de greve os técnico-administrativos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) decidiram suspender o movimento após o anúncio de que o governo Temer não conseguiu o número suficiente de votos para a aprovação da proposta de Reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. O que obrigou Temer a adiar a votação para 19 de fevereiro. Os servidores voltam ao trabalho a partir desta quarta-feira (20).

A decisão foi tomada em assembleia geral de greve realizada pelo CLG/Sintesam (Comando Local de Greve/Sintesam), na manhã desta terça (19), no hall da FCA (Faculdade de Ciências Agrárias).

O CLG/Sintesam também manteve uma audiência com o reitor, Sylvio Puga, quando foi entregue o ofício informando a decisão da categoria e discutido o processo para evitar o registro e o desconto dos dias parados pelos técnico-administrativos. Na audiência ficou acertada a formação de uma comissão entre Reitoria e Sintesam para tratar das negociações e elaboração do plano de trabalho para reposição dos dias nas unidades em que os gestores apontaram o código 065 (ausência por motivo de greve).

O reitor Sylvio Puga explicou que, apesar de alguns gestores terem apontado o código 065, a administração superior da UFAM vai realizar uma reunião, na semana que vem, com estes para dialogar e fechar o acordo sobre a reposição dos dias conforme orientação do Forgepe/Andifes (Fórum de Pró-reitores de Gestão de Pessoal). A pró-reitora de Gestão de Pessoal, Vanusa Firmo, garantiu que o 065 não vai ser descontado nem indexado ao registro funcional do servidor. 

Na avaliação da Fasubra foram 36 dias de intensa mobilização dos trabalhadores técnico-administrativos, com ações no Congresso Nacional em audiências públicas em defesa dos servidores públicos, do serviço público e da educação pública. 

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