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Senado aprova PL que cria linhas de crédito para abertura de startups

Senado aprova PL que cria linhas de crédito para abertura de startups
Senado aprova PL que cria linhas de crédito para abertura de startups

O Senado aprovou o Projeto de Lei de autoria do senador Eduardo Braga (MDB/AM) que cria linhas de crédito especiais, com recursos dos Fundos Constitucionais de Desenvolvimento Regional (FCDR), destinadas prioritariamente à criação e ao desenvolvimento de startups.

O PL 5.306/2020 inclui essas empresas jovens que investem em inovação no rol de beneficiários dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste, com prioridade para receber linhas de créditos especiais.

O projeto foi aprovado na forma de substitutivo do relator, senador Carlos Portinho (PL-RJ) — que também contempla micros e pequenas empresas e microempreendedores individuais — e seguiu nesta quinta-feira (25) para a Câmara dos Deputados.

São enquadradas como startups as organizações empresariais ou societárias, nascentes ou em operação recente, cuja atuação caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos e serviços ofertados.

O projeto altera a Lei 7.827, de 1989, que institui os Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte, do Nordeste e do Centro-Oeste, e a Lei 10.177, de 2001, que dispõe sobre as operações com recursos desses fundos.

Segundo Braga, o objetivo da proposta é favorecer o surgimento e o desenvolvimento das startups, em convergência com o projeto do Marco Legal das Startups (PLP 249/2020) — de autoria do Poder Executivo, e também em análise no Senado.

O autor considera importante fomentar o desenvolvimento das startups e do "ecossistema do empreendedorismo inovador", por meio da atuação do Estado como ente regulador e formulador de políticas públicas.

Na justificação do projeto, Braga considera que as startups são empresas mais expostas e mais vulneráveis às falhas de mercado e às limitações das políticas públicas, por isso o incentivo.

Afirma também que elas devem ser estimuladas porque "têm grande potencial econômico, tendem a operar com bases digitais (em um contexto de crescente digitalização da economia), são predispostas à internacionalização e com potencial de atração de investimentos estrangeiros, geram posições de trabalho, são propensas a desenvolver soluções sustentáveis e com impactos positivos no meio ambiente, e mostram-se, em geral, inclusivas".

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