Os imóveis eram vendidos com uma entrada baixa e a promessa de um financiamento fácil, sem burocracia. No ato do fechamento do negócio, os compradores efetuavam o pagamento de R$ 1.000, na compra do apartamento e R$ 600, na compra da casa, valor referente à entrada do financiamento do imóvel. Foram apreendidas várias cópias de documentos pessoais, como identidade, comprovante de residência e várias fichas de cadastro de pessoas que caíram no golpe.

Em seu depoimento ela declarou que trabalhava em parceria com um funcionário da Caixa Econômica Federal, agência da Rua Barroso, Centro, conhecido como Paulo. Mas segundo informações da delegada Graça Silva , foi comprovado que o parceiro de Rosilene é funcionário de uma construtora, que mantém uma equipe de vendas nas dependências da agência bancária da Caixa Econômica Federal, localizada próximo ao Teatro Amazonas.

