O Amazonas vai enfrentar mais um problema no Senado Federal. O projeto de Lei 54, que altera a lei 8.210/91 da Área de Livre Comércio de Guajará-Mirim, permitirá, caso aprovado e transformado em Lei, que benefícios fiscais concedidos a empresas instaladas ba Zona Franca de Manaus também sejam utilizados em Guajará para incentivar projetos industriais destinados a montagem e venda de produtos de informática. O projeto é do senador Valdir Raupp (PMDB/RO),
“Estamos empenhados em dar uma alternativa de crescimento para o povo de Guajará e pela primeira vez na história temos dois políticos importantes no cenário nacional em defesa desta causa, por isso acreditamos na vitória do pleito”, diz o diretor da Federação das Associações Comercias de Rondônia (Facer) Cicero Noronha.
A montagem e comercialização de computadores e componentes são apontadas pelo setor produtivo do município como uma boa alternativa para alavancar a economia e gerar empregos . Segundo dados da Federação do Comércio de Bens e Serviços e Turismo de Rondônia (Fecomércio), a venda destes produtos movimenta R$ 750 milhões por ano em Rondônia – o que equivale a 6% do PIB do Estado.
Os rodonienses lembram que no Amazonas os benefícios concedidos pela ZFM possibilitam a fabricação de produtos eletrônicos, gerando emprego e permitindo a conservação da floresta. É o argumento que eles passarão a aut8ilizar. Rondoniua é um dos estados que mais desmata na região/
A montagem e comercialização de produtos de informática também vão potencializar a vocação para o turismo da chamada ‘Pérola do Mamoré’, com o aumento de visitantes e incremento do comércio. Atualmente, grande parte dos visitantes de Guajará segue para a cidade vizinha de Guayará-Merin, na Bolívia, justamente para a compra de produtos de informática.
Com informações do Rondoniadinâmica.com
“Estamos empenhados em dar uma alternativa de crescimento para o povo de Guajará e pela primeira vez na história temos dois políticos importantes no cenário nacional em defesa desta causa, por isso acreditamos na vitória do pleito”, diz o diretor da Federação das Associações Comercias de Rondônia (Facer) Cicero Noronha.
A montagem e comercialização de computadores e componentes são apontadas pelo setor produtivo do município como uma boa alternativa para alavancar a economia e gerar empregos . Segundo dados da Federação do Comércio de Bens e Serviços e Turismo de Rondônia (Fecomércio), a venda destes produtos movimenta R$ 750 milhões por ano em Rondônia – o que equivale a 6% do PIB do Estado.
Os rodonienses lembram que no Amazonas os benefícios concedidos pela ZFM possibilitam a fabricação de produtos eletrônicos, gerando emprego e permitindo a conservação da floresta. É o argumento que eles passarão a aut8ilizar. Rondoniua é um dos estados que mais desmata na região/
A montagem e comercialização de produtos de informática também vão potencializar a vocação para o turismo da chamada ‘Pérola do Mamoré’, com o aumento de visitantes e incremento do comércio. Atualmente, grande parte dos visitantes de Guajará segue para a cidade vizinha de Guayará-Merin, na Bolívia, justamente para a compra de produtos de informática.
Com informações do Rondoniadinâmica.com




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