O Tribunal de Contas do Estado do Amazonas divulgou um relatório de 120 páginas revelando que a Emparsanco não realizou a totalidade das obras de tapa-buraco no Município de Manaus, mas recebeu R$ 87 milhões pelos serviços contratados. Responsabiliza pelas falhas existentes o ordenador de despesas, o secretário de Infraestrutura, Américo Gorayeb, que aprovou o projeto em desacordo com normas técnicas.
Sobre Gorayeb pesa ainda o fato de não ter observado, como gestor do contrato, os cuidados necessários para evitar as irregularidades identificadas .
Agora o relatório vai ser enviado ao Ministério Público Estadual, mas a oposição na Câmara de Vereadores está formalizando uma ação civil publica contra o secretário Gorayeb e o prefeito Amazonino Mendes no Ministério Público Federal. A alegação é de que os recursos “desviados”são de uma rubrica federal, isto é, de recurso repassados pela União para a Prefeitura de Manaus utilizar em obras de infraestruturada na cidade.
A oposição também está procurando identificar o publicitário que seria o elo da Emparsanco com o prefeito Amazonino Mendes

