Os jacarés que apareceram na Ponta Negra no início do mês não são o maior problema para quem frequenta a praia, anda de ônibus e vai com o dinheiro contado para voltar para casa. "A gente quer mijar e tem que pagar. A gente quer cagar e tem que pagar", diz Ricardo Souza, 38 anos, que costuma frequentar o balneário com os filhos menores e a mulher Andréa. Eles moram no bairro Zumbi e gostam da praia, mas acham que sem ter onde fazer as necessidades sem pagar torna o programa domingueiro da família mais difícil.
Os banheiros da Ponta Negra são terceirizados e o preço de R$ 1 por "uma cagada", diz Ricardo, é muito.

