A execução do taxista Marcelo Rodrigues Machado, 24, por volta das 13h de ontem na rua Alfaneiro, próximo a fábrica de cimento Nassau, no Distrito Industrial 2, levou a categoria a promover um protesto durante o cortejo até o cemetério Tarumã. Houve duas paradas, uma em frente a sede da Prefeitura de Manaus, na Compenssa, e a outra no Palácio do governo.
Além de reivindicarem mais segurança - Marcelo foi o sétimo taxista a ser assassinado nos últimos 50 dias em Manaus - os profissionais pediram a instalação de cabines, que devem custar em média R$ 6 mil. Eles pediram o apoio do governo: “Nós pagaremos isso fazendo propagandas nos táxis. Por isso precisamos do apoio da prefeitura, que tem de mudar a lei e do governo par conseguirmos o financiamento das cabines”, disse Jorge Santana, que comandou o protesto.
Suspeitos presos
Ontem horas depois da morte do taxista, policiais da 4ª Companhia Interativa Comunitária prenderam Renato Oliveira Lima, 23, e um adolescente de 16 anos, suspeito de terem roubado o táxi, modelo Fiat Siena de placa OAF-3827 e matado com cinco tiros Marcelo Rodrigues.
De acordo com a polícia, um traficante conhecido como 'Loirinho', que está foragido, também participou do latrocínio. Um vigilante de uma empresa que presenciou o crime, disse que o taxista conseguiu abrir o porta-malas do carro, mas quando tentava fugir levou um tiro nas costas e caiu e um dos homens desceu do veículo e deu mais quatro tiros na vítima.



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