As derrotas de Romeiro Mendonça (PDT) no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, e de Antônio Roque Longo (DEM) no TRE-AM não vão resolver o problema sucessório nos municípios Presidente Figueiredo e Apuí.
Advogados dos dois já estão recorrendo das decisões. Maria Benigno, por exemplo, defensora de Longo, já está com recurso pronto para encaminhar ao Tribunal Superior Eleitoral.
Pelo entendimento de alguns juristas, se a pendenga persistir sem solução à vista até 31 de dezembro, os presidentes das respectivas Câmaras Municipais deverão assumir o comando das duas prefeituras em 1º de janeiro de 2017, até que a batalha judicial se encerre.
