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Presidente do TJAM abre Mutirão do Júri para julgar 900 processos

Presidente do TJAM abre Mutirão do Júri para julgar 900 processos
Presidente do TJAM abre Mutirão do Júri para julgar 900 processos

Manaus/AM - O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) deu início nesta segunda-feira (27) ao primeiro Mutirão do Júri do ano de 2023 tendo a perspectiva de julgar, em todo o Estado, aproximadamente 900 processos relativos a crimes contra a vida. A solenidade de abertura do mutirão foi realizada no Plenário Santa Cruz Machado – localizado no Fórum Ministro Henoch Reis – revitalizado e reinaugurado na última semana.

Os trabalhos do mutirão foram abertos, de forma solene, pela presidente do TJAM, desembargadora Nélia Caminha Jorge, que em discurso, ressaltou a pertinência da programação.

“Anunciamos a abertura do “Mutirão do Tribunal do Júri” deste ano, com atenção especial aos processos de longa tramitação de crimes contra a vida, inclusive casos de feminicídio. O Mutirão abrangerá capital e interior e tem o propósito de julgar em torno de 900 processos. Esse esforço concentrado de julgamento dos crimes dolosos contra a vida conta com a valiosa participação e colaboração dos integrantes das funções essenciais à Justiça, como Ministério Público Estadual, Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Amazonas e, na oportunidade, ressalto que boas ações e boas práticas como essa precisam ser estimuladas e divulgadas para que a prestação jurisdicional possa galgar níveis de excelência sempre crescentes, entregando resultados concretos à sociedade”, disse a desembargadora, ressaltando que o objetivo almejado com a ação surtirá efeito com a participação efetiva das instituições parceiras

Também durante a solenidade, o desembargador Henrique Veiga Lima, subcoordenador da Comissão de Acompanhamento das Metas Nacionais do Poder Judiciário no âmbito do Tribunal de Justiça do Amazonas, disse que o Mutirão do Tribunal do Júri acontece todos os anos, mas, sempre em poucas semanas e, que agora, o Tribunal pretende realizar num período de seis meses, para sanar pendências ocasionadas durante o período de pandemia. “Não há como realizar um julgamento (pelo Tribunal do Júri) em plenário totalmente online. No período de pandemia, em todo o País, não se pôde realizar sessões (de Júri Popular) o que favoreceu o acúmulo de processos em todos as Varas da capital e também no interior”, citou o desembargador Henrique Veiga Lima, mencionando que o mutirão servirá para sanar tais pendências.  

Na solenidade, o Promotor de Justiça Igor Starling, representando o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), disse que o Órgão Ministerial fez questão de aderir ao Mutirão. “É importante dar vazão a esses processos e nesse momento temos a participação, de forma expressiva, não somente do Ministério Público, mas também da Defensoria, dos advogados e dos magistrados. Vale ressaltar que não seria possível julgar sem a presença dos jurados, que são os representantes da sociedade”, destacou Igor Satarling.

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