O jurista Vasco Pereira do Amaral será o relator da matéria de exceção de suspeição de impedimento do desembargador Aristóteles Thury ( foto ao lado dov ereador Alberto Carijó), que de acordo com denúncia do segundo colocado nas eleições 2008 no Careiro da Várzea, Ramiro Gonçalves, não podia atuar no processo porque o filho dele, Felipe dos Anjos Thury, era advogado do prefeito Raimundo Nonato da Silva, cassado e depois descassado pela Corte do TRE.
Na ação protocolizada semana passado no Tribunal Regional Eleitoral, Ramiro pede ainda a anulação do julgamento que “descassou” o prefeito do PMDB. O voto de Aristóteles Thury foi determinante para que o Tribunal voltasse atrás na decisão que havia cassado o prefeito em novembro do ano passado por compra de votos.
Entenda o caso
No dia 25 de janeiro o TRE descassou Raimundo Nonato após o município ter ficado dois meses sem prefeito. Em novembro do ano passado, a Corte cassou o mandato do prefeito, aplicou multa e o tornou inelegível por compra de votos nas eleições em 2008.
Em novembro, quando foi cassado, Raimundo perdeu o mandato por 3 a 2, votos de Joana Meireles, Rafael Romano e Márcio de Freitas, pela cassação. No segundo julgamento que o descassou, a vaga do corregedor, Flávio Pascarelli, foi ocupado por Aristóteles Thury.
No voto vista, o magistrado acolheu os embargos de declaração e deu provimento ao recurso colocando de volta no cargo o prefeito cassado. O Pleno votou e o placar foi 3 a 2.
Na ação protocolizada semana passado no Tribunal Regional Eleitoral, Ramiro pede ainda a anulação do julgamento que “descassou” o prefeito do PMDB. O voto de Aristóteles Thury foi determinante para que o Tribunal voltasse atrás na decisão que havia cassado o prefeito em novembro do ano passado por compra de votos.
Entenda o caso
No dia 25 de janeiro o TRE descassou Raimundo Nonato após o município ter ficado dois meses sem prefeito. Em novembro do ano passado, a Corte cassou o mandato do prefeito, aplicou multa e o tornou inelegível por compra de votos nas eleições em 2008.
Em novembro, quando foi cassado, Raimundo perdeu o mandato por 3 a 2, votos de Joana Meireles, Rafael Romano e Márcio de Freitas, pela cassação. No segundo julgamento que o descassou, a vaga do corregedor, Flávio Pascarelli, foi ocupado por Aristóteles Thury.
No voto vista, o magistrado acolheu os embargos de declaração e deu provimento ao recurso colocando de volta no cargo o prefeito cassado. O Pleno votou e o placar foi 3 a 2.



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