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Prefeito de Manaus lamenta morte de Rubens Gomes, fundador da Oela

aos 60 anos

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Prefeito de Manaus lamenta morte de Rubens Gomes, fundador da Oela
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Manaus/AM - O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, e a primeira-dama Elisabeth Valeiko Ribeiro, lamentaram a morte do ativista, músico e luthier, Rubens Gomes, o “Rubão”, 60. Fundador da Oficina Escola de Lutheria da Amazônia (Oela), Rubão faleceu nesta quinta-feira (28), vítima de uma parada cardio-respiratória. 

“É uma grande perda para o Amazonas de uma pessoa como o professor Rubão, que além de colaborar para a formação de inúmeros jovens, seja no ofício da luteria ou com a parte de educação, também trabalhava com a sustentabilidade, com projetos que repercutiram pelo mundo, chamando atenção inclusive do príncipe Charles, futuro rei da Inglaterra, quando esteve em Manaus e conheceu os projetos tocados por ele”, destacou o prefeito.

Fundada 1998, para ajudar jovens em situação de vulnerabilidade social, no bairro Zumbi dos Palmares, zona Leste, a Oela, em mais de 20 anos de atuação, contribuiu na formação de mais de 2,3 mil alunos, na arte da luteria, e posteriormente, com outros projetos na área de educação, informática, esportes, preparação para o mercado de trabalho, curso de Libras, entre outros.

Além da atuação no Amazonas, Rubens fez com que a Oela expandisse as fronteiras, com um projeto no arquipélago do Bailique, no Amapá, trabalhando junto as comunidades daquela região, com a produção do açaí, de uma maneira sustentável, gerando oportunidade de renda aos moradores do lugar.

Os projetos desenvolvidos pela Oela, em especial os ligados à sustentabilidade, repercutiram em todo mundo, rendendo vários prêmios internacionais e fazendo com que em 2009, durante visita oficial ao Amazonas, o príncipe Charles de Gales, conhecesse o projeto da luteria, ganhando na ocasião um violão de madeira certificada com o selo FSC (Forest Stewardship Council).

Em novembro de 2018, Rubão foi submetido a um transplante pulmonar em Porto Alegre (RS) e passou por um longo processo de recuperação, chegando a ficar um ano e oito meses distante de Manaus, para cumprir o Tratamento Fora de Domicílio (TFD).

 

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