O promotor de Justiça Ronaldo Andrade poderá responder a processo administrativo caso seja comprovado que houve excesso na operação que resultou na morte do suspeito de tráfico de drogas Fernando Araújo Pontes, 38, o “Ferrugem. A revelação é do procurador geral de Justiça, Francisco Cruz.
“Recebi a copia do inquérito e já determinou que seja examinado pelo Gaje”, disse o procurador. O promotor acompanhou a operação, realizada em Presidente Figueiredo.
Policiais indicados
O delegado Alberto Ramirez, que presidiu o inquérito, disse que no seu entendimento os policiais do Grupo Fera, que atuaram na ação que resultou na morte do "empresário", apesar de experientes se excederam e ele não há dúvidas de que eles mentiram quando afirmaram que a vítima reagiu.
Ramirez disse que indiciou os policiais Melquezedeque Galvão e Natan Alves, que efetuaram os disparos, por homicídio qualificado, falsificação de documento, posse ilegal de arma (por terem plantado um revólver na cena do crime), falsidade ideológica e outros, enquanto que Hemeltério Pirangy e Lucas Mendes, por falsidade ideológica, posse ilegal de arma. Já o delegado Fábio Martins da Silva, acabou indiciado pelos crimes de prevaricação e falsidade ideológica.
“Recebi a copia do inquérito e já determinou que seja examinado pelo Gaje”, disse o procurador. O promotor acompanhou a operação, realizada em Presidente Figueiredo.
Policiais indicados
O delegado Alberto Ramirez, que presidiu o inquérito, disse que no seu entendimento os policiais do Grupo Fera, que atuaram na ação que resultou na morte do "empresário", apesar de experientes se excederam e ele não há dúvidas de que eles mentiram quando afirmaram que a vítima reagiu.
Ramirez disse que indiciou os policiais Melquezedeque Galvão e Natan Alves, que efetuaram os disparos, por homicídio qualificado, falsificação de documento, posse ilegal de arma (por terem plantado um revólver na cena do crime), falsidade ideológica e outros, enquanto que Hemeltério Pirangy e Lucas Mendes, por falsidade ideológica, posse ilegal de arma. Já o delegado Fábio Martins da Silva, acabou indiciado pelos crimes de prevaricação e falsidade ideológica.



