O Amazonas criou esta semana o seu Banco de Perfis Genéticos, se integrando a uma rede de 15 estados, mais a Polícia Federal e Interpol que vão compartilhar informações de DNA colhidos de vítimas de crime e de supostos criminosos. No Amazonas o comando do banco ficará com o Instituto de Criminalística do Departamento de Policia Técnico Científica.
A tecnologia a ser aplicada na elucidação de crimes foi fornecida pelo FBI, a Polícia Federal americana e funcionará nos moldes do que vem sendo apresentado nos seriados de televisão que versam sobre investigação criminal. Ali não há ficção. É ciência pura. Um simples fio de cabelo, uma digital, uma pegada é a porta para Alcançar o criminoso. No Amazonas, atualmente, 78% dos crimes de morte não são elucidados. Esse quadro vai mudar com a nova tecnologia, segundo técnicos do instituto de criminalística,.
O banco de perfis já tem um foco específico. O Codis — sigla em inglês para Sistema de Combinação e Indexação de DNA — é um software que integrará informações dos estados com a Polícia Federal e a Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol). Cerca de 40 países do mundo estão integrados pelo sistema e, com isso, as autoridades brasileiras podem procurar informações genéticas de criminosos que estejam fora do território nacional. O banco funcionará por meio de um programa de armazenamento e gerenciamento que compara e compartilha perfis genéticos.


