O auto de prisão em flagrante de Amarildo dos Santos Gomes e Camila de Oliveira Falcão, acusados de participarem do seqüestro do dono da faculdade Fametro, Wellington Lins de Albuquerque, do seu motorista Willas da Silva Oliveira e do eletricista Raimundo Castro Alves, foi lavrado no 8° Distrito Integrado de Polícia.
Os autos foram distribuídos ontem (13) para a 11ª Vara Criminal no Fórum Ministro Henoch Reis. Amarildo Gomes, que teria sido o responsável em pegar R$ 1 milhão pago pelo resgate em troca da liberação de Wellington Lins e seus dois funcionários, teria fornecido informações ao bando a respeito da movimentação do empresário. Ele e Camila foram indiciados por seqüestros e cárcere privado.
De acordo com uma fonte do Portal do Holanda , a prisão das pessoas que foram responsáveis pela logística do seqüestro ocorreu numa casa da rua 85 do bairro Francisca Mendes, na Zona Norte de Manaus. “Como são de fora precisavam de alguém para guiá-los na cidade é assim que funciona. Os bandidos sempre contratam esse pessoal”, disse um policial.
Fato ainda não confirmado pela polícia, o funcionário da Faculdade Metropolitana de Manaus, envolvido no seqüestro é M . S. Q , mas o nome dele não consta como indiciado no inquérito encaminhado ontem do 8° DIP, ao Fórum Ministro Henoch Reis.
M. teria sido adotado pela família Lins, desde criança e trabalhava com Wellington há anos e por isso foi recrutado pelos seqüestradores.