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PGE articula reunião com Alexandre de Moraes para tratar de cotas da UEA

PGE articula reunião com Alexandre de Moraes para tratar de cotas da UEA
PGE articula reunião com Alexandre de Moraes para tratar de cotas da UEA

Manaus/AM - A Procuradoria Geral do Estado (PGE-AM), por meio da Procuradoria do Estado no Distrito Federal, articula uma audiência com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) - redator do acórdão do julgamento que derrubou o sistema de cotas que reserva 80% das vagas oferecidas pela UEA a estudantes da região – para que o Estado do Amazonas apresente seus pleitos.

A informação foi repassada pelo subprocurador-geral adjunto do Estado, Isaltino José Barbosa Neto, que participou de audiência pública, nesta quinta-feira (4), na Assembleia Legislativa do Estado, quando o tema foi debatido.  O Procurador é o representante da PGE-AM no grupo de trabalho criado para encontrar soluções jurídicas e legislativas para a questão.

Durante a audiência pública, de autoria do deputado Cabo Maciel, o Procurador do Estado fez uma breve explicação sobre o trâmite do processo na Suprema Corte. O mesmo encontra- se suspenso, desde o dia 25 de abril, aguardando para fixação da tese que valerá para todo o país em relação aos sistemas de cotas regionais nas universidades estaduais.

“Todos os ministros são unânimes em dizer que o sistema de cotas da UEA, da forma como prevê 80%, é inconstitucional. Disso nós não temos como fugir. No entanto, a tese que vai ser fixada – se eles vão dizer que o limite é 50%, se não vão dizer nenhum limite, por exemplo – ainda não saiu. Temos que aguardar a fixação dessa tese e a partir daí estudar os recursos cabíveis”, explicou o Procurador do Estado.   

“Paralelo a isso, nada impede que se estudem alterações legislativas para se adequar a decisão do Supremo Tribunal Federal e que tragam segurança jurídica, sem prejuízo aos estudos feitos internamente pela UEA no tocante ao encontro desse propósito que é prestigiar os amazonenses, sem excluir pessoas de outras regiões, no ingresso na universidade”, afirmou o Procurador.

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