Vídeo no qual filiados a cooperativas afirmam que pagam propina pelo direito de operarem com ônibus alternativos nas linhas da zona Leste será encaminhado ao Ministério Público e à Polícia. No video postado abaixo, a presidente da Cooptrazon, Suely Gonçalves admite que a propina é paga. Uma das filiadas a cooperativa, com voz alterada, diz a quantia que pagou para poder operar com cinco onibus: R$ 25 mil. O principal alvo das investigações da Polícia e do Ministério Público é o presidente do Instituto Municipal de Trânsito e Transportes (IMTT), Marcos Cavalcante, citado no vídeo.

