Manaus/AM - Pedido do Ministério Público do Amazonas (MP-AM) para que Alejandro Molina Valeiko voltasse à prisão foi negado por desembargadores do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), em decisão tomada nesta sexta-feira (4). O MP justificou que a prisão domiciliar era um risco, mas os magistrados entenderam que a medida não deve ser revogada, pois o réu está cumprindo todas as medidas cautelares impostas.
A Justiça entendeu que não surgiu nenhum fato novo, infração por parte de Alejandro, que justificasse o retorno dele para a prisão preventiva.
O MP chegou a citar rompimento da tornozeleira eletrônica do réu para afirmar ter ocorrido descumprimento das medidas cautelares, mas os desembargadores não viram desta forma, pois a própria defesa de Alejandro comunicou à Justiça que o equipamento rompeu de forma acidental, de acordo com Boletim de Ocorrência.

