Em menos de 20 dias Nilson Gomes Pinheiro, 31, e Rivelino Jean da Costa, 39, receberam alta hospitalar deppois de receberem novos rins e passam bem. O transplante foi redalizasdo em hospital da rede pública do Amazonas. Antes o Estado só era capaz de realizar transplante de rim e córneas entre doadores vivos.
Os rins foram doados com o aval dos familiares de um mototaxista que estava internado no Hospital Pronto Socorro João Lúcio e, aos 31 anos, morreu por não resistir aos danos de um acidente na BR-174, rodovia que interliga Manaus e Presidente Figueiredo. “Sem essas pessoas (familiares), solidárias no difícil momento do luto, não haveria transplante”, destacou o titular da Susam, Wilson Alecrim, no dia do transplante, em 8 de julho último.
Vida nova - Incerteza, dor e sofrimento são elementos que, segundo Nilson Gomes, pertencem ao passado dele. Nilson foi um dos dois pacientes pioneiros que recebeu o rim de um doador falecido. Ele, que dependia de hemodiálise três vezes por semana para continuar vivo há oito anos, foi liberado do período de observação pós-operatória na última segunda-feira, dia 25.
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“Quando me ligaram dizendo que eu estava selecionado entre dez pessoas compatíveis com um doador falecido, eu não esperava. Foi uma boa surpresa”, lembra ele. “Fui ao Hemoam fazer o exame e, quando voltei para casa, ligaram de novo dizendo que eu tinha que me internar porque seria possível, talvez no mesmo dia, fazer a cirurgia”.
Foram quatro horas contínuas de cirurgia. “Nos primeiros eu sentia aquelas dores (do pós-operatório), mas já me sentia feliz. Confiante na torcida das pessoas que estavam rezando por mim”, recorda o transplantado, que passou 18 dias sendo observado diária e constantemente pelos médicos.
Os rins foram doados com o aval dos familiares de um mototaxista que estava internado no Hospital Pronto Socorro João Lúcio e, aos 31 anos, morreu por não resistir aos danos de um acidente na BR-174, rodovia que interliga Manaus e Presidente Figueiredo. “Sem essas pessoas (familiares), solidárias no difícil momento do luto, não haveria transplante”, destacou o titular da Susam, Wilson Alecrim, no dia do transplante, em 8 de julho último.
Vida nova - Incerteza, dor e sofrimento são elementos que, segundo Nilson Gomes, pertencem ao passado dele. Nilson foi um dos dois pacientes pioneiros que recebeu o rim de um doador falecido. Ele, que dependia de hemodiálise três vezes por semana para continuar vivo há oito anos, foi liberado do período de observação pós-operatória na última segunda-feira, dia 25.
“Quando me ligaram dizendo que eu estava selecionado entre dez pessoas compatíveis com um doador falecido, eu não esperava. Foi uma boa surpresa”, lembra ele. “Fui ao Hemoam fazer o exame e, quando voltei para casa, ligaram de novo dizendo que eu tinha que me internar porque seria possível, talvez no mesmo dia, fazer a cirurgia”.
Foram quatro horas contínuas de cirurgia. “Nos primeiros eu sentia aquelas dores (do pós-operatório), mas já me sentia feliz. Confiante na torcida das pessoas que estavam rezando por mim”, recorda o transplantado, que passou 18 dias sendo observado diária e constantemente pelos médicos.



