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O mau exemplo dos assistentes sociais

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O mau exemplo  dos assistentes sociais
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O movimento de paralisação dos assistentes sociais está indo de encontro ao que devia nortear o trabalho da categoria. Deitados no chão em frente à Semasdh, impedem a saída das vans que fazem o atendimento das pessoas mais vulneráveis. Tentando criar um fato político, estão penalizando os usuários de forma irresponsável, desvirtuando o trabalho que vem sendo feito pela secretaria comandada pela primeira dama, Goreth Garcia Ribeiro.

Nesta sexta-feira, por exemplo, equipes da Semasdh deixaram de participar da grande operação Viva Centro, com abordagem de pessoas em vulnerabilidade na área do Centro da cidade, especialmente idosos, crianças e moradores de rua.

Ao que tudo indica, o movimento é essencialmente político, sob o comando da CUT. Como o sindicato não conseguiu mobilizar número significativo de profissionais, enviou ônibus para as faculdades de Serviço Social para buscar estudantes e engrossar o movimento.

Uma das reivindicações é reajuste salarial, num momento de crise em todo o país causada, principalmente, pela má gestão e corrupção do PT e seus aliados.
Quem sofre mais com essa situação? Os grevistas ou a população que depende dos atendimentos da Semasdh nos CRAS e em outras unidades? As crianças em situação de trabalho infantil ou exploração sexual, mulheres vítimas de violência, idosos, pessoas com deficiência...

Uma greve que deve ser considerada ilegal porque os usuários não foram amplamente avisados da paralisação. E com certeza irresponsável porque penaliza que já foi, de alguma forma, penalizado pela vida.

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