"O Brasil está uma maravilha. E essa imprensa sem-vergonha. Faz uma onda terrível aí", declarou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta quarta-feira (6), junto a apoiadores no Palácio da Alvorada, em Brasília, um dia após afirmar que o Brasil "está quebrado" e que ele "não consegue fazer nada".
Na ocasião, Bolsonaro voltou a atacar os veículos de comunicação que, segundo ele, estaria potencializando os efeitos da pandemia para desmoralizá-lo. "Para a imprensa, voltava a Lula e a Dilma. Dava uns três bilhões a eles", disse.
A declaração dessa terça-feira ganhou repercussão e teria motivado uma reunião de última hora entre o chefe e ministros do Executivo, realizada na manhã de hoje. O ministro da Economia, Paulo Guedes, interrompeu as férias para participar do encontro.

