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‘O Amazonas não pode cair nas mãos de um aventureiro’, diz Amazonino Mendes

Eleições 2018

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‘O Amazonas não pode cair nas mãos de um aventureiro’, diz Amazonino Mendes
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Manaus/AM - Menos de 24 horas depois do fim do primeiro turno, o candidato ao governo pela  coligação “Eu Voto no Amazonas”,  Amazonino Mendes (PDT), participou de um encontro com lideranças comunitárias promovido pelo presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), o deputado estadual eleito Wilker Barreto (PHS), e destacou que o Amazonas não pode cair nas mãos de um aventureiro, que nunca administrou nada.

Na sede do Partido Humanista da Solidariedade (PHS), Amazonino Mendes agradeceu mais uma vez pela votação e ressaltou que o Amazonas corre o risco de voltar ao Estado pré-falimentar. “Este velho coração aqui não admite a hipótese de tudo que construímos, com muito sacrifício nestes 12 meses de trabalho, recuperando o Estado, caia nas mãos de um aventureiro qualquer, que nunca administrou nada”, declarou o candidato.

Amazonino destacou que o segundo turno é o momento da razão, em que o eleitor vai apreciar o que foi realizado nos últimos meses, dos avanços nas secretarias, da briga pelos direitos da Zona Franca, sobretudo pelo futuro do Amazonas. “É preciso votar com segurança, com a razão. Vocês não estão votando numa pessoa que é apresentador de televisão. Não, vocês estão votando vítimas de uma conjunta. Não é a pessoa, que pode ser boa. Mas a pessoa é irresponsável, porque se abalançar para governar um Estado tão complicado, complexo, sem nunca ter governado, administrado, só sendo irresponsável. Não tem outra forma”, comentou o candidato.

Hora da razão contra a emoção

A candidata a vice-governadora, Rebecca Garcia (PP), disse às lideranças comunitárias de diversas zonas de Manaus que o segundo turno vai ser da razão contra a emoção. “A eleição costuma ser da emoção. Só que a emoção é somente no dia da urna. No dia seguinte vem a ressaca da realidade. E você, caso não vote com a razão, fará com que nós amazonenses paguemos um alto preço nos próximos quatro anos. O futuro de quatro milhões de amazonenses não pode ser comandado por aventureiro”, comentou Rebecca.

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