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Novos casos de sarampo são confirmados no interior do Amazonas

Manacapuru é o mais atingido depois de Manaus

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Novos casos de sarampo são confirmados no interior do Amazonas
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Manaus/AM - A Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), divulgou nesta terça-feira (21), a 22ª edição do Boletim Epidemiológico do Surto de Sarampo no Amazonas. Conforme o boletim, o Estado tem 7.912 casos notificados da doença, distribuídos em 41 municípios. São 1.087 casos confirmados de sarampo, sendo 762 em Manaus, 187 em Manacapuru e 138 casos nos seguintes municípios: Itacoatiara (44), Autazes (21), Parintins (20), Iranduba (16), Rio Preto da Eva (13), Novo Airão (11), Presidente Figueiredo (10) e Tapauá (03).

 

Os municípios com o maior número de notificações são Manaus, com 6.423 casos e Manacapuru com 876. Itacoatiara tem 97 casos notificados, Iranduba tem 60, Parintins tem 56, Rio Preto da Eva tem 42, Manaquiri tem 38, Autazes tem 45 e Coari tem 27. De acordo com o boletim da FVS, foram registrados três óbitos relacionados ao sarampo no Estado, sendo dois de Manaus e um de Autazes, todos em crianças menores de um ano, público-alvo da campanha de vacinação que está em andamento – a partir de seis meses a menores de cinco anos.

A Campanha Nacional de Vacinação contra Sarampo e Poliomielite, segue até 31 de agosto no Estado, sob a responsabilidade das Prefeituras municipais. O resultado parcial no Amazonas mostra que, até o momento, foram vacinados, contra o sarampo, 70,71% do público-alvo, correspondendo a 215.603 crianças.  Para poliomielite, a cobertura é de 49,48%, ou seja, 150.857 crianças imunizadas. A cobertura da vacina contra o sarampo é maior, porque Manaus antecipou a campanha, desde abril, em função do surto na cidade.

O diretor presidente da FVS-AM, Bernardino Albuquerque, informa que todos os casos suspeitos tiveram inicialmente a sua confirmação pelo critério laboratorial, através da sorologia pela detecção de IgM e/ou biologia molecular (PCR). "Está definida a circulação viral em cada um destes oito municípios, portanto, a partir de agora, a confirmação dos casos passa a ser também pelo critério clínico-epidemiológico ou clínico, ficando sob responsabilidade da vigilância epidemiológica ", explica o diretor.

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