O edital do último concurso previa que candidatos não eliminados poderiam vir a ser convocados posteriormente, por conveniência da Polícia, observados rigorosamente a ordem de classificação e o prazo de validadedo Concurso Público, item que não vem sendo respeitado.
O edital previa ainda que "além dos candidatos aprovados dentro do número de vagas ofertado, os demais não eliminados integrariam a lista de classificação que seria utilizada em função das necessidades da Polícia Civil do Estado do Amazonas, enquanto na vigência da validade do Concurso Público.
Por considerar ilegal as nomeações, a promotora Cláudia Câmara ingressou com uma Ação Civil Pública, obrigando o governo a nomear delegados concursados para os municipios.
Atualmente, 31 cidades do interior do Amazonas são chefiadas por policiais militares, cuja função é preventiva e não repressiva Há portarias recentes do Delegado Geral fazendo algumas dessas “nomeações” de militares para chefiarem as delegacias.
Dos delegados aprovados em em recente concurso, forma nomeados 123 até abril de 2011. Dezenove, que estava na primeira lista de espera, comunciaram desistência.
