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Mestrandos da Ufam desenvolvem sistema que auxilia atividades do Idesam

Mestrandos da Ufam desenvolvem sistema que auxilia atividades do Idesam
Mestrandos da Ufam desenvolvem sistema que auxilia atividades do Idesam

 

Mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (Profnit) desenvolveram um sistema interativo para identificação de ativos de propriedade intelectual, transmitido ao Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam).

Esse sistema trouxe uma solução ágil para uma tarefa anteriormente complexa, que agora é realizada em menos de cinco minutos com o suporte da Universidade. O Profnit, iniciativa do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (Fortec) em colaboração com universidades e outras instituições de ciência e tecnologia.

O projeto dos mestrandos começou na disciplina Oficina Profissional, onde foram apresentados desafios da área de transferência de tecnologia, tendo o Idesam como parceiro demandante. “A Oficina Profissional permite que os mestrandos vivam práticas profissionais na área de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia, conectando-os diretamente com demandas reais da sociedade e enriquecendo seus projetos de TCC”, explicou a professora Célia Simonetti, responsável pela disciplina. “O Idesam foi convidado a participar devido à sua demanda por um sistema específico.

Naturalmente, o Sippi também foi registrado como propriedade intelectual, em um processo conduzido pela Pró-Reitoria de Inovação Tecnológica (Protec) da Ufam, com apoio do Departamento de Gestão da Inovação, Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia (DPITEC). “No caso do Sippi, foi estabelecida uma  transferência tecnológica não onerosa para uma instituição sem fins lucrativos que, pela licença dada pela Ufam, faz uso da tecnologia para a disseminação da mesma. Este foi o primeiro contrato desta natureza na Ufam, explica o pró-reitor da Protec, Jamal Chaar.

Segundo Chaar, o registro de propriedade intelectual exige que a criação atenda a critérios específicos para cada tipo de PI: patente (inovação não divulgada publicamente), marca (distinção de produtos/serviços e respeito aos direitos de terceiros), direitos autorais (originalidade e originalidade e fixação em meio tangível), desenho industrial (inovação) e programa de computador (novidade). Ele destaca que o registro protege a autoria, garantindo benefícios e possíveis retornos financeiros com licenciamentos e royalties.

O Idesam atua com comunidades rurais, tradicionais, ribeirinhas e indígenas, promovendo o uso sustentável dos recursos naturais na Amazônia e desenvolvendo alternativas para conservação ambiental e mitigação das mudanças climáticas.

 “Avaliar e apoiar esses negócios é um desafio sem a perspectiva de alguém que compreende de maneira sistematizada as necessidades de propriedade intelectual, geralmente suprida por um profissional especializado”, afirmou Paulo Alexandre do Couto Simonetti, coordenador do Programa de Inovação e Bioeconomia do Idesam. “Ferramentas como a que eles evoluíram são essenciais, pois sistematizam e fornecem uma resposta confiável, facilitando o entendimento de quais registros de PI são necessários", completou.

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