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Menor depõe e derruba tese de tiro acidental do pai contra Lorena Batista

O menor de 11 anos, que presenciou a morte da perita Lorena Batista, ha uma semana, contou para o delegado Mariolino Brito, em depoimento nesta segunda-feira, que viu o pai, o cirurgião-dentista  Milton César Freire da Silva, colocar a arma na cabeça de Lorena. O depoimento do menor confirma a tese de execução e não a  do disparo acidental, como alegou o homicida, que responde em liberdade, pois teve o pedido de prisão negado  pela juiza   Mirza Telma.

Lorena, que era a mãe do menor que a acompanhava e  que presenciou a discussão dela com o pai,  foi assassinada na madrugada do dia 5 com um tiro na têmpora esquerda. O disparo partiu da própria arma da perita, uma pistola da marca Taurus, calibre PT 640.  O crime ocorreu no apartamento do ex-marido dela, no Conjunto Vila Lobos, no bairro Parque 10, na zona Centro-Sul de Manaus.

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