Desde o início do programa Galerias Populares, que pretende transformar camelôs em microempreendedores, a Prefeitura de Manaus preza pela transparência no diálogo com os trabalhadores.
Sobre as reivindicações de um pequeno grupo de camelôs hoje pela manhã, o Município esclarece que concederá um auxílio de R$ 1 mil mensal aos camelôs que participarem de cursos de capacitação e reitera que o valor EM NENHUMA HIPÓTESE TERÁ QUE SER DEVOLVIDO. Têm direito a bolsa, os Camelôs que aderiram ao projeto de realocação da Prefeitura de Manaus e que optaram para serem realocados nas Galerias Populares.
Nesta segunda-feira, 17, o Prefeito de Manaus, Artur Virgílio Neto, encaminhou à Câmara Municipal de Manaus Projeto de Lei que visa à concessão da referida bolsa, com recursos do Fumipeq, para as pessoas físicas. Ou seja, a lei permite que a Prefeitura repasse o valor diretamente ao camelô.
A única condição para recebimento da bolsa é a participação em cursos de capacitação em empreendedorismo e em relações humanas e comerciais, que estarão disponíveis até a alocação definitiva dessas pessoas nos Centros de Comércio Popular.
Os Camelódromos provisórios serão equipados com banheiros, segurança e toda infraestrutura necessária para receber, com comodidade, os camelôs que aderirem ao projeto. Existe ainda a opção do financiamento no valor de R$10.000, com carência de sete anos e meio pra começar a pagar, para quem quer iniciar um negócio próprio longe do logradouro público.
Sobre os prazos de entrega das Galerias definitivas - Espírito Santo e Remédios e do Shopping T4 -, em reunião realizada com os camelôs no dia 12 de fevereiro, no auditório da Prefeitura de Manaus, o prefeito Artur Neto afirmou que em três meses e meio, no máximo quatro meses, esses locais serão entregues à categoria.
Todos os espaços definitivos já foram desapropriados pela Prefeitura de Manaus e estão passando por adequações conduzidas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura para que possa receber os trabalhadores nos prazos estabelecidos.

