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Mais de 103 mil pessoas vivem em áreas de risco no Amazonas, diz Serviço Geológico do Brasil

Mais de 103 mil pessoas vivem em áreas de risco no Amazonas, diz Serviço Geológico do Brasil
Mais de 103 mil pessoas vivem em áreas de risco no Amazonas, diz Serviço Geológico do Brasil

Manaus/AM - O Estado do Amazonas tem mais de 103 mil pessoas vivendo em áreas classificadas como de risco deslizamentos e inundações, com destaque para 20 municípios onde existem pelo menos 164 áreas avaliadas como de alto risco por conta de ocorrências relacionadas ao relevo, informou nesta segunda-feira (23) o Serviço Geológico do Brasil (SGB) ao divulgar um mapa contemplando mais de 1,6 mil municípios.   

Entre os municípios com risco e alto risco tanto de alagamento quanto de deslizamento e erosões no Amazonas estão Anamã, Anori, Alvarães, Amaturá, Apuí, Atalaia do Norte, Barcelos, Barreirinha, Benjamin Constant, Beruri, Boa Vista do Ramos, Boca do Acre, Borba, Caapiranga, Canutama, Carauari, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Eirunepé, Envira, Fonte Boa, Guajará, Humaitá, Ipixuna, Iranduba, Itacoatiara, Itamarati, Itapiranga, Japurá, Juruá, Jutaí, Lábrea, Manacapuru, Manaquiri, Manicoré, Maraã, Rio Preto da Eva, São Gabriel da Cachoeira e Urucurituba.

Foto: Divulgação

Ao todo, no país, são 3,9 milhões de pessoas que vivem em 13.297 áreas identificadas como de risco para a segurança delas. Dessas, quatro mil localidades são classificadas como de “risco muito alto”, de deslizamentos e inundações, por exemplo. Já o número de áreas classificadas como de “risco alto” é de 9.291. 

Os problemas são resultado desses estados terem grande parte do relevo caracterizado por áreas bastante montanhosas, terrenos inclinados, morros e regiões serranas e naturalmente são áreas sujeitas a processos de instabilidade de encostas - os deslizamentos, destaca o SGB. 

No caso do Amazonas, com uma área hidrográfica considerável, com rios bastante importantes e grandes terrenos ocupados nas margens dos mesmos, os riscos de eventos de inundação e erosões causadas pelas enchentes são comuns.

O mapeamento foi feito para caracterizar as áreas sujeitas a perdas ou danos decorrentes da ação de eventos de natureza geológica e é encaminhado para órgãos como a Defesa Civil e outras instituições do poder público, responsáveis por tomar medidas de prevenção, realocação e também realizar as ações de monitoria, alerta, desenvolver políticas para  públicas para promover o ordenamento territorial, ou seja, para evitar que novas áreas de risco surjam nesses municípios, informa o Serviço Geológico do Brasil.

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