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Luiz Castro apresenta plano emergencial de combate à violência no Amazonas

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O candidato a governador do Amazonas, Luiz Castro (REDE-PSOL) apresentou proposta emergencial de combate a violência através de um programa de segurança comunitária tanto na capital quanto nos municípios do interior.

No plano emergencial de governo que a coligação propõe para ser executado nos primeiros quatro meses de gestão, o candidato aponta como compromisso  fundamental a criação de uma política remuneratória dos servidores da segurança pública, para estimular o trabalho e revigorar a atuação dos profissionais da área. O plano prevê também a realização de estudo de viabilidade para a realização de concursos públicos para policiais civis e militares.

“Nosso vice-governador João Tayah é um delegado de polícia empenhado na questão da segurança pública e que está preparado para contribuir nas ações de prevenção e de repressão à criminalidade”, destaca Luiz Castro.

A reativação do programa psicossocial nas delegacias, é outra ação emergencial, que visa o atendimento a grupos mais vulneráveis como crianças, jovens, idosos, mulheres, pessoas com deficiências e do segmento LGBT, em conjunto com a Secretaria de Assistência Social (SEAS).

Já o Programa Pacto pela Vida promoverá a prevenção à violência, à marginalização e à criminalização de crianças e jovens, de maneira integrada entre as áreas de Educação, Assistência Social, Direitos Humanos, Juventude, Cultura, Saúde e Meio Ambiente, com a participação efetiva da sociedade, em parceria com instituições públicas e privadas, especialmente com os Conselhos Tutelares.

 

Sistema prisional

Em relação à situação dos presídios, o plano de governo da REDE-PSOL propõe a anulação do atual contrato de gestão terceirizada, para um novo e transparente sistema de gestão prisional.

A coligação também propõe a melhoria das condições de funcionamento das delegacias e dos presídios do interior do Estado e a implantação de presídios regionais, levando em consideração a densidade populacional e a realidade geográfica do Estado, assegurando medidas que promovam a ressocialização do detento e sua reintegração na sociedade.

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