Manaus/AM - O Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) iniciou nesta segunda-feira (20) a perícia na empresa onde ocorreu o vazamento de gás estireno, no Distrito Industrial de Manaus. Os trabalhos começaram com uma avaliação preliminar da área, incluindo o uso de drones para levantamento e registro do local.
As análises devem continuar nos próximos dias, mas não há prazo definido para a conclusão dos laudos. Segundo o DPTC, o tempo dependerá do volume de informações e vestígios que ainda serão coletados e analisados.
"Nesta primeira etapa, os peritos realizam uma avaliação preliminar com o objetivo de obter informações sobre o ocorrido, utilizando, entre os recursos empregados, drone para o levantamento e registro da área. As análises periciais terão continuidade nos próximos dias. O laudo não tem prazo para conclusão em razão do volume de informações, que ainda serão levantadas e analisadas em conjunto com os vestígios encontrados no local. A perícia busca esclarecer as circunstâncias do sinistro, e todas as hipóteses relacionadas ao caso serão avaliadas tecnicamente", informa a nota oficial emitida pelas autoridades na noite dessa segunda-feira.
O caso também é investigado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio de um inquérito instaurado pelo 2º Distrito Integrado de Polícia (DIP). A investigação busca esclarecer as circunstâncias do acidente.
O Corpo de Bombeiros informou que o vazamento foi contido no domingo (19), após dias de resfriamento do tanque. Monitoramentos realizados no local e em áreas próximas não detectaram a presença do gás estireno, e as atividades de empresas, escolas e serviços públicos do entorno foram retomadas.
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) informou que continua acompanhando as condições ambientais da área e as medidas adotadas pela empresa, incluindo o destino dos resíduos e efluentes gerados durante o resfriamento do tanque.



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