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Justiça para todos. Leandro Guerreiro finalmente vai depor

Na próxima segunda-feira, dia 8, às 11h30, o juiz Hugo Fernandes Levy, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, volta a movimentar o processo onde o empresário Leandro Guerreiro é acuado de matar com um tiro no rosto o policial civil Raylen Caldas Gomes, crime ocorrido em 2 de dezembro do ano passado dentro da loja Word Micro, no Boulevard Álvaro Maia.

Leandro, a pedido do seu advogado, Lino Chíxaro, tem solicitado reiteradamente a dispensa às audiências, alegando que a família do polícia morto vem tentando agredi-lo.


Mas desta vez um despacho do magistrado( veja abaixo)assinado em 21 setembro, convoca, além de Guerreiro, as testemunhas Clícia Monteiro dos Santos, o Delegado de Policia, Orlando Amaral e o investigador José Anísio Vasconcelos da Fonseca. O autor do crime terá que comparecer.

A família do policial assassinado tem acusado a justiça de ser leniente com Leandro Guerreiro e defende que, caso falte a mais essa audiência, seja conduzido ao fórum por força policial.


ENTENDA O CASO


O empresário Leandro Nascimento Guerreiro, dono da loja World Micro, matou no final da manhã do dia 2 de dezembro, uma quarta-feira, com um tiro na nuca, o policial Railen Caldas Gomes, lotado na Delegacia Especializada de Furtos de Veículos. O crime ocorreu depois de uma discussão do investigador com um segurança do estabelecimento comercial, localizado no Boulevard Amazonas, por uma vaga no estacionamento da loja.

De acordo com testemunhas, por volta 12h, a vítima estacionou seu carro, um Pálio Weekend, cor prata, placas JXH 0873, em frente à loja de informática. Foi quando se aproximou o segurança Frederico Magalhães. Os dois chegaram a trocar socos e o segurança correu para dentro do estabelecimento. O policial seguiu atrás, minutos depois se ouviu o disparo de arma de fogo. Policiais informaram ao blog do holanda que o investigador da Polícia Civil chegou a entrar em parte do escritório da loja, quando recebeu o tiro disparado por Leandro Guerreiro,. De acordo com a polícia, depois de matar o policial civil, o empresário fugiu. Mas o segurança, pivô da confusão, que resultou na morte de Railen Caldas, foi preso em flagrante e encaminhado ao 1º Distrito Policial. Leandro, o autor do crime, apesar de localizado, não foi preso e, semanas após o assassinato, recebeu permissão para viajar aos Estados Unidos, a negócio.

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