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Juiz vai decidir sobre parecer do MP que diz que Guerreiro não teve intenção de matar Raylen

O processo de homicídio contra o empresário Leandro Guerreiro, acusado de matar com um tiro no rosto, em  dezembro de 2009, o policial civil Raylen Caldas, chega às alegações finais.

O juiz  Mauro Antony, que está respondendo pela 2ª Vara do Tribunal do Júri, assinou despacho para o advogado de defesa de Leandro Guerreiro, Lino Chixaro,  apresentar os memoriais (alegação final) num prazo de cinco dias.

 

Depois das alegações, o juiz irá se manifestar a respeito da sentença de pronúncia para decidir se Leandro Guerreiro  senta no banco dos réus ou não,ou ainda se passará a responder, como defende o Ministério Público, por homicídio culposo (sem intenção de matar).

 

De acordo com a família da vítima, o promotor de Justiça  Rogério Marques pediu a desclassificação de homicídio doloso (com intenção de matar) para culposo (sem intenção  ), alegando a legítima defesa putativa, por achar que Leandro pensou estar sendo alvo de um  assalto ao ser abortado pela vítima.

 

ENTENDA O CASO


 

O empresário Leandro Nascimento Guerreiro, dono da loja World Micro, matou no final da manhã de 2 de dezembro, de 2009 com um tiro na nuca, o policial civil Railen Caldas Gomes, lotado na Delegacia Especializada de Furtos de Veículos.

 

O crime ocorre depois de uma discussão do investigador com um segurança do estabelecimento comercial, localizado no Boulevard Amazonas. Policiais da delegacia Homicidios se deslocaram para o local do crime e para a casa do empresário, mas receberam, segundo denúncias, ordens superiores para não prendê-lo.

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