O juiz Eliezer Fernandes Júnior, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, indeferiu o pedido de assistente de acusação proposto pela advogado da familia do policial Railen Caldas, morto em 2 de dezembro de 2009 pelo empresário Leandro Guerreiro.
O magistrado, que já havia acolhido a denúncia de homicídio culposo contra o empresário, acompanhou o parecer do Ministério Público, que se manifestou desfavorável a medida. ( Veja decisão)
Entenda o caso
Railen Caldas foi morto em 2 de dezembro de 2009 depois de uma discussão com vigilante Francisco Augusto Vieira Magalhães, da loja Word Micro, localizado no Boulevard Amazonas.
De acordo com testemunhas, por volta 12h, a vítima estacionou seu carro, um Pálio Weekend, cor prata, placas JXH 0873, em frente à loja de informática. Foi quando se aproximou o segurança Francisco Magalhães.
Houve uma discussão do vigilante com um flanelinha. O policial, que estava acompanhado de sua esposa, Maria do Socorro Caldas Gomes, voltou ao estacionamento e ao ver o segurança armado se identificou como policial e resolveu entrar na loja para falar com o patrão de Francisco.
De acordo com depoimento da esposa, Railen se identificou para a recepcionista e ao gerente, foi quando Leandro Guerreiro apareceu com uma arma e atirando contra o policial, que morreu no local.

