A imprensa internacional está acompanhando o caso da turista britânica Emma Kelty, de 43 anos, que foi assassinada no município de Coari, interior do Amazonas.
Ex-diretora de escola, Emma era praticante de canoagem esportiva e estava acampando quando foi assaltada, morta, e teve o corpo jogado no rio por um grupo de infratores que costumavam praticar delitos na região.

Os jornais britânicos The Guardian, Daily Mail e The Sun, o jornal americano The New York Times, entre outros, vêm publicando uma série de reportagens a respeito do crime, noticiando desde que a inglesa praticou aulas de defesa pessoal antes de vir para a viagem, até a morte de um dos suspeitos, os quais chamam de "piratas do Amazonas", passando também pelos tributos prestados pela família da vítima.
Natural de Londres, Kelty pretendia cruzar o maior rio do mundo, o Amazonas, em um caiaque. Ela estava sozinha na aventura, há 42 dias, descendo o rio desde a nascente em Iquitos, no Peru, passando pelo Amazonas, onde foi morta, e pretendia finalizar a expedição na foz do rio no Oceano Atlântico, no Pará.
Nas redes sociais, ela se descrevia como a sexta mulher a esquiar todo o polo sul sem ajuda ou assistência, e relatava a sua jornada na tentativa de percorrer toda a extensão do Rio Amazonas. No twitter, chegou a demonstrar preocupação horas antes de desaparecer, escrevendo que viu cerca de 30 homens armados com riffles na área. Emma descansava em uma barraca, onde foi surpreendida pelos criminosos.











