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Humaitá terá ajuda extra do Ministério da Integração

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O ministro da Integração Nacional, Francisco Teixeira, autorizou a Defesa Civil Nacional a contemplar o município de Humaitá, a 590 quilômetros de Manaus, com novas ações no plano de trabalho de combate às enchentes. Além do auxílio à população com cestas básicas e distribuição de kits, a pasta vai liberar recursos para compra de material visando o aterro nos bairros e construção de passarelas.

As reivindicações foram apresentadas ao ministro numa reunião nesta quarta pela senadora Vanessa Grazziotin, o prefeito de Humaitá, José Cidenei Lobo do Nascimento, a secretária interina da Secretaria de Produção Rural do Amazonas, Sônia Alfaia, o ex-secretário da Sepror, Eron Bezerra, e o presidente do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas, Edimar Vizolli.

Os representantes do setor primeiro conseguiram apoio do ministro para a elaboração de uma nota da pasta a favor da reedição de uma de crédito especial de R$ 100 milhões para ajudar os agricultores que perderam sua produção.

Sobre a ajuda a Humaitá, o ministro Francisco Teixeira diz que o Estado já recebeu R$ 1,7 milhão da sua pasta para ajudar os municípios e reconheceu que a situação do município é muito crítica. “Basicamente esse plano de trabalho é de infraestrutura, porque aquele apoio de itens de primeira necessidade para socorrer as pessoas nós temos dado através do Estado. Agora vamos tentar apoiar o município diretamente”, disse o ministro.

“O ministro ficou muito sensibilizado não só com a situação de Humaitá, mas de todos os 13 atingidos pelas cheias do rios Purus, Juruá e Madeira. Tanto que vai nos ajudar no Ministério da Fazenda para reedição da linha especial de crédito para os agricultores que perderam sua produção”, disse a senadora Vanessa.

O prefeito José Cidenei Lobo explicou que o novo plano de trabalho está sendo concluído. Segundo ele, a ajuda do ministério será basicamente para a compra de pedras para o aterro nos bairros e madeiras para a construção de três quilômetros de passarelas. O valor ainda não está definido.

 

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