Raniere da Silva Paixão, 41, executado a tiros por volta de 13h30, em frente ao Serviço de Pronto Atendimento, do bairro Alvorada I, localizado na rua Louris Cordovil, não era policial civil, conforme chegou a ser noticiado.
Um policial de nome Wellington, lotado no 5ª Distrito Integrado de Polícia, foi quem levou Raniere ao SPA.
De acordo com informações da polícia, a vítima subia a rampa de acesso ao SPA, quando dois homens, em uma motocicleta, chegaram e o executaram a tiros.
No site do Tribunal de Justiça do Amazonas consta dois processos contra a vitima, uma na Auditoria Militar, onde ele figura como ofendido e como indiciados Jony Ferreria Rosas, Cláudio César Souza de Almeida e Raimundo Fonseca Soares, provavelmente policiais militares, a última movimentação dos autos foi em março.
Outro processo é na Vara Especializada do Meio Ambiente e Questões Agrárias, onde ele juntamente com Raimundo Carlos Pereira Jatahy, Mário Jorge da Silva Mendonça, Elesbão Ramos Acris, Aldenor de Souza Rabelo, Silvio Cesar Braga Damasceno e Francisco de Souza Lima, foram

