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Home office para PCD’s está entre projetos aprovados na Aleam

Home office para PCD’s está entre projetos aprovados na Aleam
Home office para PCD’s está entre projetos aprovados na Aleam

Na última semana de atividade parlamentar da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), a deputada Dra. Mayara Pinheiro Reis (PP) teve vários projetos de Lei aprovados em diversas áreas como transparência e saúde. Os PLs aprovados seguem para a sanção do Governo do Estado.

Uma das maiores conquistas nesta semana foi a aprovação do trabalho remoto (Home Office) para pessoas com deficiência que atuam no serviço público no Amazonas. O PL nº 281/2020 acrescenta dois parágrafos a Lei Promulgada 241 de 27 de março de 2015.  

Já o PL 387/2020 proíbe que as operadoras de planos de saúde estabeleçam critérios que dificultem ou impossibilitem a sua contratação por idosos como, por exemplo, a exigência de avaliação prévia do possível cliente ou a fixação de preço desproporcionalmente superior aos valores cobrados para outras faixas etárias. O descumprimento pode gerar uma multa mínima de R$ 20 mil reais a empresa infratora. 

A destinação dos valores arrecadados com as multas de trânsito será mais transparente. O PL nº 535/2019 obriga o Poder Executivo a publicar o demonstrativo de arrecadação e destinação desses recursos, mensalmente, no Portal da Transparência. 

Também deverá ser informada a quantidade de multas aplicadas, o valor de recursos lançados e arrecadados e os municípios dos locais das infrações. O objetivo da medida é atender os interesses dos contribuintes quanto à publicidade e transparência dos valores arrecadados pela Administração Estadual por meio das infrações de trânsito

Saúde

Na área da saúde, pessoas curadas do novo coronavírus e que fizeram a doação de plasma sanguíneo passam a ter os mesmos direitos que outros doadores de sangue. É o que diz o PL 245/2020. Entre os benefícios está a meia entrada em eventos culturais, esportivos e de lazer. Eles são regulamentados pela Lei no 5.152/2020.

Pacientes submetidos a mastectomia terão direito a acompanhante durante internação e pós-operatório. Por ser um procedimento cirúrgico de remoção completa da mama, o procedimento é invasivo e requer cuidados especiais. De acordo com a proposta, as unidades de saúde e estabelecimentos serão obrigadas a cederem, no mínimo, uma cadeira para o acompanhante em questão. 

“É uma cirurgia bastante extensa, onde a mulher passa por mudanças não só físicas, mas emocionais e duradouras. Além disse, ela também tem uma restrição muito extensa de movimentação dos membros superiores impossibilitando a questão da higiene pessoal e movimentos mínimos. Por isso fiz questão de assegurar o direito dessa mulher de ter um acompanhante no pós-operatório.  É um direito assegurado nas maternidades, mas nem quando é assegurado a gente vê sendo respeitado por conta do espaço físico que muitas unidades hospitalares têm. Então esse é mais um projeto que vem apoiar as mulheres que passam por esse tipo de problema”, justificou a deputada.

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