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Governo anuncia aluguel social e distribuições de alimentos para vítimas de incêndio no Educandos

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Governo anuncia aluguel social e distribuições de alimentos para vítimas de incêndio no Educandos
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Manaus/AM - Um cheque no valor de R$900 será entregue as 500 famílias que foram afetadas por um incêndio de grande proporção na noite de segunda-feira (17), no bairro de Educandos, zona sul de Manaus. A informação foi confirmada pelo secretário executivo de Defesa Civil, Fernando Pires Junior, em coletiva de impressa na manhã desta terça-feira (180.

Além do aluguel social, o secretário afirmou que as famílias afetadas serão beneficiadas com kit de higiene pessoal, kit dormida, cestas básicas e água potável.

“São cerca de 500 famílias afetadas. O governador Amazonino Mendes já demandou ajuda humanitária para essas famílias. Após o levantamento das famílias, imediatamente o governo do estado elaborou um plano  onde colocar a disposição um cheque social para ajudar com o relação ao danos e prejuízos. O valor  é de R$900 reais por família. Além dessa ajuda financeira o governo colocou a disposição cerca de 500 cestas básicas no total de 10 toneladas de alimentos.  Essa ajuda já está saindo do deposito da Defesa Civil para os locais de distribuição”, disse.

Conforme o secretário, o Governo Federal ja foi acionado e deverá enviar ajuda para as famílias afetadas. “ O que nos temos de oficial levantado pelo Governo do Estado é que temos 150 famílias que estão desabrigadas e estão em abrigos provisórios. Mais 350 famílias desalojadas em casas de parentes, mas esse número poderá aumentar, porque esse levantamento esta a cargo da Prefeitura. Nós ja tínhamos um levantamento prévio para aquela área. Porque tínhamos um projeto do Prosamim e vamos pegar esses levantamento e copilar com o levantamento da Prefeitura e assim passar essa ajuda para as famílias”, finalizou.

A secretária executiva de assistência social  Mônica Mendes comentou que já havia um projeto para a área que pegou fogo, mas que não saiu do papel por questões burocráticas. “O projeto do Prosamim está no papel e temos um levantamento de famílias, mas sabemos que para fazer isso a gente requer questões orçamentária e financeira. Demanda indenizações, regulamentação de áreas, e ali como é área de igarapé tem  questões burocráticas. Como nosso governo foi no curto espaço de tempo, a gente espera que o próximo governo de inicio ao Prosamim”, disse.

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