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Doze nos depois do acidente do Boeing da Gol e o Legacy, que deixou 150 mortos, o Ministério Público Federal no Amazonas começa a apurar uma das causas atribuídas a tragédia: a existência de zonas cegas ou buracos negros, áreas não cobertas pelos radares que monitoram os vôos na região Amazônica. A Portaria  No 66,de 22 de julho de 2013,  determinando prioridade para o inquérito civil público é assinada pelo procurador Rafael da Silva Rocha, que manda seja oficializado ao 7o Comando Aéreo Regional (7o COMAR), para que, no prazo de 20 (vinte) dias, preste informações sobre os fatos  apurados e sobre situação atual do SIVAM, esclarecendo, inclusive, se o Sistema está monitorando os desmatamentos que ocorrem naRegião Amazônica e se esses dados estão sendo repassados ao IBAMA e à Polícia Federal.

 


Contrariando o que disse o ministro da Defesa, Waldir Pires, e o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Luiz Carlos Bueno, há pelo menos três zonas cegas no país: no sul do Maranhão, Sudoeste de Roraima e norte do Amapá. A confirmação foi dada pelo chefe do setor técnico do DECEA - Departamento de Controle do Espaço Aéreo, brigadeiro Álvaro Pinheiro Luiz da Costa, que prefere chamar as áreas de "pontos sem cobertura radar". O brigadeiro garante, no entanto, que este três pontos são "desprezíveis" em relação ao espaço aéreo que é coberto por radares no País. Hoje, no entanto, o comandante da Aeronáutica disse, desta vez a procuradores federais e estaduais, em uma reunião em Brasília, que não há buraco negro no espaço aéreo.

Em relação à região da Serra do Cachimbo, local onde ocorreu o choque entre o Boeing da Gol e o Legacy, no dia 29 de setembro, o brigadeiro Álvaro Pinheiro insiste que não há zona cega. Ao contrário, assegura que a área é coberta por três radares que se sobrepõem, que estão localizados em Cachimbo, São Félix e Sinop. Nos três locais há radares secundários, segundo o brigadeiro, sendo que em Sinop, há ainda um outro radar tridimensional. Na Amazônia como um todo, segundo o brigadeiro Pinheiro, há 25 radares de longo alcance. No Brasil inteiro são cerca de 160.(f.Wikipédia).

 

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