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FVS faz oficina de alerta sobre maior incidência de casos de gripe em Manaus

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FVS faz oficina de alerta sobre maior incidência de casos de gripe em Manaus
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Manaus/AM - O inverno amazônico, caracterizado pelo período de maior incidência das chuvas, marca também a sazonalidade e o aumento de casos de Síndrome Gripal (SG) e Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG). Com a finalidade de alertar a rede de saúde, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) realiza, nesta quinta-feira (16/01), a “Oficina de Atualização de Vigilância e Manejo Adequado de SRAG”. Participam profissionais que atuam na rede de urgência e emergência de saúde pública e privada de Manaus.

O evento será realizado no auditório da Secretaria de Estado de Administração e Gestão do Amazonas (Sead), situado na av. Constelação, Conjunto Morada do Sol, Aleixo, zona sul de Manaus, no horário de 8h30 às 12h.

Segundo a diretora-presidente da FVS, Rosemary Costa Pinto, a oficina faz parte de uma estratégia de reforço junto aos profissionais de saúde. “A finalidade é apresentar o perfil dos vírus respiratórios circulantes na capital, visando o aprimoramento da vigilância e assistência oportuna aos casos graves de SRAG”, disse Rosemary.

“A atualização faz parte das estratégias para o fortalecimento da rede de saúde que contempla os profissionais dos núcleos de vigilâncias epidemiológicas hospitalares, dos laboratórios que são responsáveis pelas coletas de materiais biológicos dos casos suspeitos, e abordagem também quanto ao manejo clínico da influenza, das bronqueolites e Vírus Sincicial Respiratório (VSR)”, informou diretor técnico da FVS, Cristiano Fernandes.

Atualização de dados

 A FVS divulgou a segunda edição do Boletim Epidemiológico da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Estado do Amazonas, que corresponde à análise de notificações de novembro de 2019 até o dia 15 de janeiro de 2020.

Segundo o boletim, foram notificados até o momento 85 casos de SRAG; destes, foram identificados oito casos provocados por Adenovírus, sete são positivos para o Vírus da Influenza B, três para Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e dois para Metapneumovirus.

No período da análise, foram registrados cinco óbitos, sendo três em 2019 e dois em 2020, nenhum por H1N1. Dos cinco óbitos registrados por SRAG, 60% apresentavam fator de risco, com criança menor de cinco anos, cardiopata e idoso.

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