A pressa do Ministério Público Eleitoral em denunciar o senador Eduardo Braga e seus suplentes, sua esposa Sandra Braga e o empresário Lírio Albino Parisotto, na Ação de Investigação Judicial Eleitoral, acabou beneficiando o ex-governador. O MP não anexou aos autos cópias de documentos que deveriam ser encaminhadas com a inicial para cada um dos réus. A falha levou o relator, desembargador e corregedor do TRE, Flávio Pascarelli, determinar o retorno dos autos à Procuradoria Eleitoral para emendar a inicial.
Uma fonte do Portal do Holanda disse que como o Tribunal não tem como tirar tantas cópias cabe ao Ministério Público fazê-lo e disponibilizá-las para cada um dos advogados dos denunciados. “Neste caso são três, cada advogado tem direito a uma cópia dos autos”, explicou a fonte.
Na ação do Ministério Público, Braga responde por abuso de poder político, abuso de autoridade e abuso de poder econômico. O MPE pede a cassação do diploma e do registro do senador.
Uma fonte do Portal do Holanda disse que como o Tribunal não tem como tirar tantas cópias cabe ao Ministério Público fazê-lo e disponibilizá-las para cada um dos advogados dos denunciados. “Neste caso são três, cada advogado tem direito a uma cópia dos autos”, explicou a fonte.
Na ação do Ministério Público, Braga responde por abuso de poder político, abuso de autoridade e abuso de poder econômico. O MPE pede a cassação do diploma e do registro do senador.
