O Ministério Público Estadual ingressou em outubro de 2008 com uma Ação de Improbidade Administrativa contra todos os vereadores da Câmara Municipal de Manaus e os 167 beneficiados pelo auxílio bolsa universidade.
O vereador Leonel Feitosa, a época presidente da Câmara, era o ordenador de despesa. Na ação o Ministério Público pede que ele devolva R$ 1.151.378, 75 aos cofres municipais.
Em 2007 a CMM editou resolução que concedeu auxilio de R$ 3 mil para cada vereador custear bolsas de estudo em ensino superior para beneficiários de sua livre escolha.
Leonel Feitoza, estendeu a bolsa de estudo aos servidores efetivos e comissionados.
Os efetivos recebiam como auxílio de educação no máximo R$ 400, ou até 50% do valor da mensalidade do curso, enquanto os comissionados recebiam “auxílio-universitário” no valor de R$ 3 mil, para pagamento de mensalidade e gastos com livros, apostilas e qualquer outro material exigidos nos cursos.
