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Encerrada rebelião. Xerife retorna ao IPAT como exigência dos presos

Terminou na madrugada desta quarta-feira a rebelião no Instituto Penal Antônio Trindade, localizado no quilômetro 8 da BR 174 (Manaus/Boa Vista), que teve início por volta de 17h de ontem. Durante o motim, cerca de 179 presos conseguiram empreender fugas, mas 53 foram recapturados por policiais militares e levados ao 18º Distrito Integrado de Polícia, no bairro de Novo Israel, na Zona Norte de Manaus.

A rebelião, que durou mais de 10 horas, terminou quando as reivindicações dos detentos foram  atendidas, uma delas a volta do “xerife”, Rubens Rodrigues Marques Júnior, o “Rubão da Praça 14”, que tinha sido transferido para a Unidade Prisional do Puraquequara, onde estaria sendo ameaçado de morte.

Rubão é acusado de comandar o tráfico de drogas na Praça 14 de Janeiro, é também namorado da detenta  Aline Fontoura Silva, responsável pela postagem de imagens da sua rotina dentro da Cadeia Pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Facebook.

A volta de Rubão para o Ipat, já por volta de 0h30, foi uma das exigências dos rebelados que trocaram ele por dois agentes penitenciários que eram mantidos como reféns.

De acordo com o advogado Epitácio Almeida, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB Amazonas, a rebelião ocorreu por falha na segurança do Instituto Penal Antônio Trindade. “Não havia guarda nas guaritas. Há tempos estamos denunciando isso. Os presos sentindo a fragilidade na segurança tomaram o presídio”, disparou.

A negociação por mais de 10 horas com os detentos que por volta de 0h30, voltaram a atear fogos em colchões, foi comandada pelo coronel Aroldo Ribeiro, do Comando de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar

 

 

 

 

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