A lista é encabeçada pela Construtora Etam, que pertence ao empresário Eládio Messias Cameli, que recebeu cerca de R$ 300 milhões.
Em julho de 2008 a Seinf publicou no Diário Oficial , que serviços de infraestrutura viária no valor de R$ 68,2 milhões estavam sendo repassados repassados pelo consórcio Rio Negro (responsável pela construção da ponte do Rio Negro) para à construtora Etam.
A segunda da lista apresentada por Desterro é a Camargo Correa, também envolvida na obra da ponte. Em terceiro está a Andrade Gutierrez, seguida por WP Construtora, SH Engenharia, Tarumã, Soma Engenharia, Constrtutora Amazonidas, Direcional, Laghi, Construbase e Construir.
A Construbase, juntamente com a Carmago Correa, formam o consórcio Rio Negro, responsável pela construção da ponte que ligará Manaus ao Iranduba.
As duas juntas receberam R$ 506,5 milhões, referente à estrutura da ponte, mas como o contrato sofre aditivo em 60,27% (R$ 305,3 milhões), o contrato saltou para R$ 811,8 milhões. O aditivo foi publicado no DOE do dia 11 de junho de 2010, na seção de publicações diversas.
Mais fiscalização
O conselheiro Érico Xavier Desterro e Silva disse que ao falar a respeito dos repasses as empreiteiras não quis dizer que esteja ocorrendo algo ilegal, mas apenas alertando ao Tribunal de Contas que deveria começar a mudar a metodologia de avaliaçao dos contratos.
“Poderíamos fazer uma fiscalização mais direcionada, eficiente e pontual nesses contratos”, disse o conselheiro, informando que a Etam levou cerca de R$ 300 milhões".

