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Em Manaus, FCecon recebe aparelhos de ultrassom para agilizar diagnósticos do câncer

Tratamento mais rápido

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Em Manaus, FCecon recebe aparelhos de ultrassom para agilizar diagnósticos do câncer
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Manaus/AM - A Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon) recebeu nesta terça-feira (17), três aparelhos de ultrassom que vão ajudar no diagnóstico prévio e tratamento dos pacientes com câncer do hospital. Com os novos equipamentos, a Fundação  vai agilizar a realização de biópsias de mama no estado.

Os três equipamentos vão atender pacientes adultos e crianças tanto da emergência quanto ambulatório da FCecon. Os aparelhos utilizados hoje no têm mais de 15 anos de uso e serão substituídos pelos novos, que têm qualidade para gerar imagens de partes profundas do corpo, como o abdômen, e de partes superficiais, como mama e tireoide.

A chegada dos três aparelhos representa um importante passo que a FCecon dará para implementar um projeto que busca descobrir na fase inicial casos de câncer de mama em mulheres no Amazonas. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), por ano são estimados 420 novos casos da doença no Estado, sendo 370 somente em Manaus.

Um levantamento da instituição mostra que a maioria dos casos de mulheres que buscam tratamento na FCecon já chegam com resultados de mamografia BI-RADS IV (34,8%) ou V (12,3%), os tipos considerados de alto risco para o câncer de mama.

Nos casos de indicação de biópsia, a mulher terá um prazo máximo de 72 horas ou três dias para realizá-la e fazer o diagnóstico. Em 14 dias, sairá o resultado do exame histopatológico, que mostrará o tipo de tumor e indica a forma de tratamento.

“A ideia é que criemos um fluxo direto entre a triagem e a ultrassonografia. No futuro, na mamografia também. Então, a paciente que está na fase do diagnóstico não vai enfrentar fila. Essa fila será de 72 horas no máximo. Isso vai determinar a agilidade, ou seja, em duas semanas, estourando três, essa paciente tem o diagnóstico para iniciar seu tratamento. Aí estaremos cumprindo a Lei dos 30 dias”, explica Hilka.

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