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Em 30 dias, Amazonas registra 632 casos de dengue, aponta FVS

Em 30 dias, Amazonas registra 632 casos de dengue, aponta FVS
Em 30 dias, Amazonas registra 632 casos de dengue, aponta FVS

Manaus/AM - Em apenas 30 dias, 632 pessoas foram infectadas com vírus da dengue, segundo o boletim epidemiológico da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS), divulgado nesta sexta-feira (29). 

No Estado, no período de janeiro até esta sexta, foram notificados 13.778 casos de dengue e foram registrados 9 óbitos pela doença.

Na classificação de municípios do Amazonas com maiores taxas de incidência estão: Jutaí (7.814,6), Tonantins (4.921,7), Ipixuna (4.382,1), Tefé (3.451,5), Humaitá (1.942,5), Guajará (1.849,6), São Paulo de Olivença (1.785,1), Maraã (1.448,2), Tabatinga (1.268,6) e Alvarães (1.164,9).

No Alto Solimões

O Informe Epidemiológico da Dengue no Amazonas também disponibiliza o recorte da situação da dengue na região do Alto Solimões, onde o monitoramento é realizado pelo Laboratório de Fronteiras (Lafron), da FVS-RCP, por meio da Sala de Situação do Alto Solimões. O Lafron está localizado em Tabatinga (a 1.108 quilômetros de Manaus).
 
O monitoramento da dengue é realizado nesta região, principalmente, devido à Tríplice Fronteira, entre Brasil, Peru e Colômbia, área de importância de saúde pública em que há grande fluxo de pessoas transitando entre os países envolvidos.

Nesta região, no período de janeiro até esta sexta-feira, foram notificados 3.849 casos de dengue e foram registrados 3 óbitos pela doença.

A FVS-RCP destaca que, em caso de suspeita de dengue, a pessoa deve procurar a unidade de saúde mais próxima para receber avaliação médica.

Dengue

A dengue é uma doença infecciosa febril aguda, que pode se apresentar de forma benigna ou grave, dependendo de alguns fatores, como o vírus envolvido, infecção anterior pelo vírus da dengue e fatores individuais como doenças crônicas (diabetes, asma brônquica e anemia falciforme).

A melhor forma de evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença.

A orientação é a adoção da lista de verificações (checklist) semanal, de 10 minutos de duração, de modo que a população possa agir para identificar os possíveis criadouros, como garrafas, vasos de plantas, pneus, bebedouros de animais, sacos plásticos, lixeiras, tambores e caixas d’água.

Com informações da assessoria

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