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Eliana diz que Moutinho não merecia pena máxima

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Manaus - Para a corregedora do CNJ, Eliana Calmon, os problemas que o  desembargador Ari Moutinho tinha com o  Conselho Nacional de Justiça foram resolvidos, já estão “ungidos e sacramentados. Fizemos a averiguação das condutas e, embora não estivessem de acordo ao ver do CNJ, era demasia que ele recebesse a pena máxima. Ele não merecia de forma alguma ser penalizado dessa forma”, declarou a corregedora.

O Procedimento Administrativo Disciplinar de número 4057-42/2010 pedia a condenação máxima de Moutinho, a aposentadoria compulsória. A denúncia do ex-corregedor do CNJ, Gilson Dipp, acusava o desembargador de favorecimento em processos na Justiça Eleitoral, na época em que era presidente do órgão. Absolvido, Ari Moutinho toma posse no dia 4 de julho próximo, como presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas.

Para Eliana Calmon, o assunto já está “ungido e sacramentado”. “Fizemos a averiguação das condutas e, embora não estivessem de acordo ao ver do CNJ, era demasia que ele recebesse a pena máxima. Ele não merecia de forma alguma ser penalizado dessa forma”, declarou a corregedora.
 

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