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Eduardo defende renovação na cultura

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“É hora de ter mudança. A cultura precisa ser renovada” afirmou o candidato a governador, Eduardo Braga, durante encontro com representantes da cultura e da juventude amazonense na noite desta terça-feira (22), dia do folclore, e que contou com ícones da música local como Nunes Filho e Torrinho.

Ele respondeu ao apelo de vários artistas locais que pediram a saída do secretário estadual de cultura, Robério Braga, o qual ocupa o cargo há quase vinte anos. 

“É hora de ter um novo secretário. Alguém que represente esse novo momento para o Amazonas. O atual já contribuiu muito com o estado. Mas, vivemos um outro momento” disse Eduardo.

De acordo com o representante do boi Garanhão, Ivo Morais,  os bois de Manaus estão abandonados. “Pedimos atenção à cultura popular, em todos os segmentos, porque os artistas estão abandonados. Não tem nenhum projeto cultural para gerar trabalho a classe. O Centro Cultural Povos da Amazônia é um patrimônio e está como um elefante branco porque não é utilizado por ninguém” afirmou.             

Segundo a atriz, Laíde Barros, a cultura tem a função social de conscientizar as pessoas. “Infelizmente, no Amazonas, não vemos o fomento da cultura.  Mas, a produção de eventos. Queremos cultura para o povo. Queremos construir isso com Eduardo Braga” disse.

Ao discursar no evento, o candidato a vice-governador, Marcelo Ramos, pediu que o povo compare as candidaturas. “O que está em discussão não é se os candidatos são os ideias. Mas, quais são os mais preparados. Uma reflexão racional leva em conta a trajetória de cada um dos candidatos e o que nós estamos propondo para superar a crise do Estado” solicitou.  
Eduardo declarou que tem contado amplamente com o apoio dessa faixa etária para virar o jogo e ganhar a eleição.  Para o candidato a governador, é necessário retomar políticas públicas voltadas a esse grupo.   
Ex- instrutor do Jovem Cidadão, Valderes Souza, afirmou que a juventude amazonense está a margem da sociedade. ““Não temos políticas públicas direcionadas a esse grupo. Nós estamos na rua. Roubaram a nossa juventude. Mas, acreditamos que tem jeito” complementou. 
 

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