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DPE orienta consumidores ao que fazer caso passagem aérea seja cancelada

DPE orienta consumidores ao que fazer caso passagem aérea seja cancelada
DPE orienta consumidores ao que fazer caso passagem aérea seja cancelada

Manaus/AM - O Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Amazonas (Nudecon-DPE/AM) trouxe informações, nesta quarta-feira (27), para alertar a população sobre como agir em casos do voo ser cancelado.

De acordo com o defensor público Christiano Pinheiro, coordenador do Nudecon, em casos comuns de cancelamento voos ou de pacotes de viagens, o cliente tem o direito de exigir o reembolso, escolher um voo alternativo e receber assistência material.

Já em casos semelhantes ao da agência 123 Milhas, que cancelou pacotes de viagens da linha “Promo” e entrou com pedido de recuperação judicial, a situação é diferente. “O Nudecon indica que os consumidores solicitem medidas cautelares para bloquear ativos (dinheiro) da empresa ou dos sócios, para garantir o cumprimento das indenizações. Não adianta somente pedir o cumprimento do contrato ou remarcar a passagem dentro da própria plataforma, uma vez que não foi possível arcar com os contratos anteriores, não há garantias para contratos futuros”, explicou. 

A fim de prestar assistência jurídica gratuita às pessoas que não tenham condições de arcar com as despesas de um processo judicial, o Nudecon disponibilizou, este mês, um formulário on-line (https://formulario-reclame-123-milhas.dpeam.com) para atender clientes que tiveram problemas com suas viagens pela empresa 123 Milhas.

“O Nudecon vai receber todas as demandas desse caso e vai tomar todas as providências necessárias para que a empresa seja responsabilizada e cumpra suas obrigações. Quem tiver sido lesado pode agendar seu atendimento na Defensoria, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, pelo Disk 129, pelo site defensoria.am.def.br, ou diretamente na unidade, localizada no Shopping Grande Circular, na Zona Leste”, explicou o coordenador do Nudecon, defensor Christiano Pinheiro.

O defensor também ressalta que a melhor forma de evitar que essas situações aconteçam é, antes de realizar a compra de pacotes de viagem, fazer uma pesquisa de preço, ver como está a média do mercado. “E sempre desconfiar quando a passagem estiver muito abaixo do valor de mercado. Outra dica é sempre ter acesso de imediato do comprovante da passagem ou das reservas feitas”, afirmou.

Obrigações da empresa

A empresa deve sempre cumprir o contrato, não havendo essa possibilidade, o Código de Defesa do Consumidor assegura que o cliente escolha a forma como quer ser ressarcido, seja com voucher dentro da própria plataforma ou tendo o dinheiro de volta, corrigido pela inflação.

Tanto as companhias aéreas quanto as agências de viagem são locais seguros para realizar a compra de pacotes de viagem, desde que o localizador seja disponibilizado no ato da compra, o que garante que a reserva foi feita. da Justiça.

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